segunda-feira, 25 de novembro de 2013

REDE FEMININA DE COMBATE AO CANCER

A Rede Feminina de Combate ao Câncer- Campina Grande é um órgão da Sociedade Paraibana de Combate ao Câncer (OCIP). A Rede foi fundada em 10 de outubro de 1968 e teve como primeira presidente, a Sra. Carolina Pereira Zilli, que a dirigiu por 29 anos. Com o seu falecimento, foi substituída pela Sra. Nilce de França Costa que vem sendo reeleita por aclamação durante os 13 últimos anos.

Com 42 anos de serviços prestados em nossa cidade, esta entidade desenvolveu suas atividades em 3 linhas de atuação: prevenção- apoio ao tratamento e Assistência Domiciliar aos Doentes Terminais. Na 1º linha, tem disponíveis para a população feminina, 9 ambulatórios preventivos de câncer, instalados nos bairros locais. O apoio à terapia é feito através da casa de Apoio “Carolina Zilli” com 40 leitos e abriga pacientes em tratamento ambulatorial nos 2 hospitais especializados nesta cidade, vindos de todo interior deste estado(crianças, homens e mulheres). A média de atendimento nesta Casa é de 350 pacientes ao ano, com quase igual numero de acompanhantes. Os pacientes terminais excluídos da internação hospitalar por insuficiência de leitos são devolvidos aos seus domicílios. Ai é que lhes prestamos assistência, provendo necessitados, de lençóis, roupas, analgésicos, alimentos, etc.

Os Recursos Financeiros- Estes provêm de doações de terceiros e das sócias voluntarias (25). Os custeios de nossas ações se elevam a R$ 12.000,00 mensais. A crise dos recursos atuais foi gerada pela suspensão do convenio com o Governo do Estado vencido em maio de 2009. A Prefeitura Municipal repassa uma subvenção de R$2.000,00 (dois mil reais) ao mês a partir de janeiro deste exercício.

Recursos Humanos- Para os serviços da nossa Casa de Apoio temos 4 funcionários: 1 coordenadora, 1 motorista, 1 cozinheira, 1 servente. A secretaria de administração do município disponibiliza 3 vigilantes que se alternam à noite, fim de semana e feriados.

Metas- Com a instalação dos Serviços de Oncologia Pediátrica no HUAC e serviço de Radioterapia com acelerador linear no Hospital da FAP, há uma projeção de dobrar o numero de atendimento naqueles centros de Cancerologia. Conseqüentemente, haverá a possibilidade de ampliarmos em 100% o numero de nossa acolhida aos portadores ontológicos em tratamento. Todos estes desafios nos estimulam no combate ao câncer e buscaremos a solidariedade dos amigos e os poderes constituídos para reestruturarmos nossas instalações físicas e administrativas. Não é um sonho. É uma missão. Mas é imprescindível que nos antecipemos à ação governamental.


Nilce de França Costa

Presidente             

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